A hipocrisia da mala Malala Yousafzai

(Artigo publicado em 13/07/2018)

A paquistanesa Malala Yousafzai está no Brasil. Já passou por São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro.

Mundialmente famosa por lutar pela educação de meninas, contra as determinações dos extremistas islâmicos do taliban, Malala foi alvejada com um tiro na cabeça enquanto estava dentro do ônibus escolar. Sobreviveu ao atentado e tornou-se a pessoa mais jovem a ganhar o prêmio Nobel da Paz.

Hoje, com 21 anos, Malala Yousafzai tem sua própria fundação com o alegado objetivo de promover a educação de crianças e jovens que sofrem o mesmo que ela sofreu.

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No Rio de Janeiro, a jovem paquistanesa comemorou seu aniversário com jovens bailarinas do projeto na Ponta dos Pés.

Leiam trechos de matéria publicada pelo G1

“Pelas redes sociais, Malala contou ter conversado com as bailarinas do projeto Na Ponta dos Pés sobre como a dança ajuda a permanecerem estudando e ultrapassarem as barreiras da violência nas comunidades do Rio”.

E ainda

“À imprensa, Malala disse que estava contente em celebrar seu aniversário conversando com meninas de comunidades marginalizadas do Rio e refletindo sobre temas como violência, racismo e pobreza, segundo a assessoria da jovem paquistanesa”.

Na quarta (11), um dia antes de seu aniversário, Malala foi ao encontro de meninas que trabalham na organização de grafiti Rede Nami na favela Tavares Bastos, e que encoraja jovens meninas a enfrentarem o raciscmo, machismo, violência sexual através da arte de rua.

 Na comunidade, ela fez um grafiti em homenagem à vereadora Marielle Franco e posou para fotos ao lado de arte com o rosto da parmentalar, que foi assassinada junto com o motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, no Estácio.

 Entendendo a hipocrisia de Malala Yousafzai

 É inegável que Malala foi corajosa em enfrentar os radicais islâmicos. E é compreensível sua preocupação com jovens que se encontram na mesma situação que ela. Então, aonde está a hipocrisia?

Para responder essa questão, recomendo o vídeo do youtuber Bernardo P. Kuster. Assistam e tirem suas próprias conclusões.

Por Jakson Miranda

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