A esquerda agora quer colocar as patinhas no Netflix!

Um dos propósitos da ideologia esquerdista é estragar tudo aquilo que funciona. Por mais que usem diversas desculpas, o que há de sobra é inveja e ressentimentos. Não podem ver nada funcionar, ou alguém se dando bem na vida por ser trabalhador e talentoso, ou prosperar naquilo que faz por ter dado duro, que logo surgem com alguma sacada mirabolante que, não raro, estraga tudo o que funcionava.

A questão é, de modo absurdo, há uma cota de programação nacional exigida nos canais por assinatura. Uma lei impede que as emissoras exibam a programação que percebem como a mais procurada por seu público o tempo todo, para ceder tempo as produções nacionais.

O que se tornou notório é que, digam os “pachecos” o que quiserem, a produção nacional não dá conta de atender a cota. São poucas produções com cacife para preencher o seu volume destinado com o mesmo fulgor do que se produz fora. O resultado, portanto, são um monte de reprises infindáveis. Tropa de Elite e Tropa de Elite 2 passam todo dia, às vezes em dois canais ao mesmo tempo.

Ou seja, pagamos uma assinatura para fugirmos da mediocridade da tv aberta nacional, e ela nos persegue mesmo naquela que pagamos para ter o privilégio da escolha!

Surgiu então o Netflix, em minha modesta opinião, um dos mais úteis e inventivos benefícios culturais da internet.

O serviço revolucionou o método de audiência, ao fornecer uma vasta gama de opções de filmes e séries de qualidade, pela internet, sem travamentos e necessidade de download prévio.

Ao oferecer uma nova alternativa de entretenimento por um preço bem acessível (resultado do livre mercado, comunas!, resultado do capitalismo!), o serviço começou a cair nas graças do público mundo afora.

Eu mesmo sou um aficionado. O modelo me atrai, justamente por sua liberdade. É uma plataforma proativa, fácil de compreender, intuitiva e ágil, dependendo unicamente de uma conexão a internet.

A Ancine, Agência Nacional de Cinema, agora quer colocar as patinhas no serviço. A presidência, sob comando de um comunista (PC do B), estuda estipular uma cota nacional, além de taxação, o que acabará na conta do consumidor.

Em suma, o serviço vai piorar, já que vai cassar nossa liberdade total de escolha, com a inclusão de programação nacional que, chorem de novo os pachecos, não se compara com o nível de produções como House of Cards (Eua), Breaking Bad (Eua) ou Downton Abbey (Inglaterra), isso para não falar dos filmes; ao mesmo tempo em que o custo irá aumentar!

Paga-se mais por um serviço piorado.

É isso que dá empoderar comunistas! Conto os minutos para que o PT, corroído pela cirrose da corrupção, retorne à sua insignificância, levando consigo toda a sua quadrilha vermelha, para que cabeças arejadas estejam nos cargos decisórios de todos os aspectos principais do país.

Porém, Netflix, fica o castigo. A despeito das qualidades, a empresa é toda alinhavada e inclusive patrocina diversas “causas” esquerdistas. Derrama rios de dinheiro em passeatas, marchas e atos protagonizados por estes mesmos que agora a apunhalam.

Tome vergonha na cara e deixe de ser mulher de malandro, dando dinheiro a quem te espanca.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

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4 comentários em “A esquerda agora quer colocar as patinhas no Netflix!”

  1. A incompetência desse governo e quase uma doença. O contagio imediato e mortal. Como não conseguem fazer nada que preste, taxam e perseguem os que fazem.

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